Central Integrada de Regulação de Fortaleza (CIRF)

Secretaria Municipal de Saúde

CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

 

Adaptado do Manual de Implantação de Complexos Reguladores do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (MS/SAS/DRACS - 2006)

 

Central Integrada de Regulação de Fortaleza

O COMPLEXO REGULADOR

Segundo a Portaria/SAS/MS n. o 356, de 22 de setembro de 2000, “... o Complexo Regulador Assistencial ligado ao Sistema Único de Saúde compreende a concepção que institui ao poder público o desenvolvimento de sua capacidade sistemática em responder às demandas de saúde em seus diferentes níveis e etapas do processo de assistência, enquanto um instrumento ordenador, orientador e definidor da atenção à saúde, fazendo-o de forma rápida, qualificada e integrada, com base no interesse social e coletivo”.

Em 01 de agosto de 2008 (Portaria GM No 1.559, de 1o de agosto de 2008) foi instituída a Política Nacional de Regulação do Sistema Único de Saúde - SUS, regulamentando as funções dos Complexos Reguladores. O Complexo Regulador é composto por uma ou mais estruturas denominadas Centrais de Regulação, que compreendem toda a ação meio do processo regulatório, isto é, recebem as solicitações de atendimento, processam e agendam. 

As Centrais de Regulação atuam em áreas assistenciais inter-relacionadas como a assistência pré-hospitalar e inter- hospitalar de urgência, as internações, além das consultas e procedimentos ambulatoriais de média e alta complexidade e são classificadas em:

  • Central de Regulação de Urgência: sua ação é executada conforme disposto na Portaria n. o 2048/GM, de 5 de novembro de 2002. Regula o atendimento pré-hospitalar de urgência, que é realizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU. A partir do momento em que o paciente necessita de uma internação será acionada a Central de Regulação de Internações.
  • Central de Regulação de Internações: é responsável pela regulação dos leitos hospitalares dos estabelecimentos de saúde vinculados ao SUS, próprios, contratados ou conveniados. O escopo da central de internações hospitalares deve ser configurado com os leitos das diversas clínicas, de UTI e de retaguarda aos prontos-socorros.
  • Central de Regulação de Consultas e Exames: é responsável pela regulação do acesso dos pacientes às consultas especializadas, aos Serviços de Apoio Diagnose e Terapia – SADT, bem como aos demais procedimentos ambulatoriais especializados ou não.

É importante frisar que as centrais de regulação são estruturas básicas que compõem o complexo regulador; contudo é possível trabalhar com centrais de regulação específicas que atuem em um universo menor de procedimentos, como por exemplo: terapia renal substitutiva, transplantes e os procedimentos contemplados na Central Nacional de Regulação da Alta Complexidade – CNRAC e outros.

Central Nacional de Regulação da Alta Complexidade

Como forma de melhor qualificar o acesso de pacientes a alta complexidade, de forma equânime em todo o país foi criada a Central Nacional de Regulação da Alta Complexidade – CNRAC, que é representada nos estados pelas Centrais Estaduais de Regulação da Alta Complexidade – CERAC, que devem estar integradas às ações regulatórias das demais centrais de regulação. Na prática as CERAC respondem pela regulação do acesso de pacientes que necessitam de procedimentos de alta complexidade fora do seu estado de origem nas especialidades de cardiologia, oncologia, neurocirurgia, epilepsia e traumato/ortopedia.

A CNRAC e as CERAC são regidas pela Portaria/GM n. o 2309, de 19 de dezembro de 2001, Portaria/SAS n. o 589, de 27 de dezembro de 2001 e a Portaria SAS/MS no 39 de 06 de fevereiro de 2006.

A estruturação do Complexo Regulador permite absorver toda a assistência à saúde de média e alta complexidade em uma estrutura de regulação; para tal algumas ações são necessárias para implantar e/ou implementar a mesma, garantindo a efetividade da sua atuação, que são:

  • Levantar o PDR - (Plano Diretor de Regionalização) do Estado
  • Levantar a PPI - (Programação e Pactuação Integrada) do Estado
  • Definir quantas e quais Centrais de regulação comporão o complexo
  • Definir a área de abrangência (território) e o escopo (procedimentos) de cada Central de Regulação.
  • Conhecer os recursos assistenciais disponíveis em sua área de abrangência;
  • Definir como se dará o fluxo de informações; (unidades solicitantes, unidades executantes).
  • Definir as rotinas operacionais (horário de funcionamento, dias da semana, perfil dos profissionais, etc.);
  • Capacitar permanentemente os recursos humanos e demais entes do processo regulatório;
  • Incorporar e regular a oferta de ações e serviços de saúde em seu escopo de atuação e área de abrangência, considerando também as pactuações com outras localidades;
  • Estar apta a receber e dar resposta a todas as solicitações de atendimento;
  • Incorporar protocolos clínicos, protocolos de regulação e fluxos de referência e contra-referência para as tomadas de decisão;
  • Exercer a autoridade sanitária no ordenamento da disponibilidade dos recursos assistenciais existentes;
  • Gerar informações quanto à utilização dos recursos físicos e financeiros próprios e pactuados;
  • Identificar pontos de estrangulamento na assistência à saúde.
  • Capacitar-se para o assessoramento da Gestão quando do Planejamento, Programação e Avaliação.

A abrangência da Central de Regulação é a área geográfica de cobertura assistencial, podendo ser: nacional, estadual, regional, municipal ou distrital. Já o escopo é a definição de quais especialidades e procedimentos serão regulados.

As unidades solicitantes são definidas como estruturas responsáveis pelas solicitações de atendimentos à central de regulação, podendo ser qualquer estabelecimento de saúde da rede de serviços do SUS na área de abrangência da central, bem como estruturas externas à área de atuação da central, de acordo com os pactos estabelecidos. São representadas por secretarias e regionais de saúde de outros municípios e regiões, ou outras centrais de regulação, quando implantadas.

As unidades executantes são definidas, como os estabelecimentos de saúde públicos e privados que ofertam seus serviços ao SUS na área de abrangência da central de regulação. 

RECURSOS HUMANOS

Central Integrada de Regulação de Fortaleza  

A estruturação dos Complexos Reguladores exige um quantitativo de profissionais capacitados responsáveis pela execução de ações específicas. Os perfis dos profissionais que devem atuar exclusivamente junto às estruturas de regulação, são:

Médico Coordenador: responsável pelas questões relativas ao funcionamento global da central de regulação em conformidade com as diretrizes e rotinas estabelecidas. São atribuições da coordenação: instituir as escalas de trabalho e conduzir as relações de pactuação, sendo o coordenador o principal interlocutor entre a gestão, o complexo regulador e a rede de serviços.

Médico Regulador de Consultas, Exames e Internações: executa a avaliação técnica de laudos, promove o agendamento das consultas e o processo de internação dos pacientes, baseado em critérios clínicos, com ênfase nos protocolos de regulação. Uma das funções reguladoras mais importantes é o processo de autorização para realização de procedimentos, seja pela alocação do leito ou do procedimento ambulatorial, seja pela distribuição de quotas para os demais procedimentos ambulatoriais.

Atribuições básicas dos profissionais de regulação:

  • Atuar sobre a demanda reprimida de procedimentos regulados;
  • Definir a distribuição de quotas;
  • Monitorar a demanda que requer autorização prévia, por meio de AIH e APAC;
  • Verificar as evidências clínicas das solicitações e o cumprimento dos protocolos de regulação, por meioda análise de laudo médico;
  • Autorizar ou não a realização do procedimento;
  • Definir a alocação da vaga e dos recursos necessários para o atendimento;
  • Avaliar as solicitações de alteração de procedimentos já autorizados e a solicitação de procedimentos especiais, além de orientar e avaliar o preenchimento dos laudos médicos.

Médico Regulador de Urgência: executa a avaliação técnica das solicitações de atendimento de urgência advindos pelo número de urgência 192, acolhendo e classificando o risco do chamado com o fim de dar a resposta mais apropriada à solicitação, segundo critérios técnicos, de acordo com os princípios da universalidade, eqüidade e integralidade do SUS, podendo essa resposta ir de uma orientação médica até o envio de recursos (motolância, USB ou USA).

Telefonista Auxiliar de Regulação Médica (Videofonista): responsável pelo acolhimento do chamado de urgência, pelo agendamento de procedimentos a partir das solicitações formuladas através do preenchimento de laudos ou a partir de informações prestadas por telefone e/ou outros meios de comunicação.

 


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CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS INTERNAÇÕES DE FORTALEZA  (CRIFor)

Foi criada pelo Decreto nº 11411 de 20 de maio de 2003.

SUA MISSÃO

  • Regular toda a capacidade de leitos instalados de Terapia Intensiva e Enfermaria, cadastrados no SUS, localizados no Município de Fortaleza
  • Toda e qualquer solicitação, autorização e pagamento das internações em leitos de Terapia Intensiva e Enfermaria, cadastrados no SUS ficam condicionados à regulação da CRRIFOR

SUAS ATRIBUIÇÕES

  1. Requisitar bens e serviços para garantia do processo assistencial a leitos de internação em UTI e Enfermaria;
  2. Definir a alocação de leitos hospitalares para a reorganização da assistência prestada aos usuários do SUS;
  3. Determinar às direções dos hospitais próprios e/ou contratados do SUS a adoção de medidas necessárias ao funcionamento da rede de assistência;
  4. Realocar leitos e/ou pacientes de maneira a garantir a capacidade instalada hospitalar à assistência dos pacientes;
  5. Redefinir prioridades dos serviços de saúde, de maneira a garantir a assistência aos leitos de UTI e Enfermaria, podendo cancelar procedimentos eletivos, se necessário;
  6. Requisitar leitos de UTI e Enfermaria em estabelecimentos privados, se necessário;
  7. Definir as diretrizes e regras para o transporte inter-hospitalar de usuários do SUS que necessitam de UTI no âmbito municipal;
  8. Recebe solicitações de internação para regulação iIdentifica leitos vagos compatíveis com as solicitações e autoriza as internações e/ou coloca os pacientes em lista de espera;
  9. Executa a transferência de pacientes, trabalhando integrada com a Central de Ambulâncias do SAMU 192 Fortaleza.
 

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CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

  

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA REGULAÇÃO DO ACESSO

A gestão local deve definir a estratégia de implementação de informação e informática para as centrais de regulação. Contudo, a opção por utilizar um fluxo informatizado requer atenção especial para o sistema de informações que irá operacionalizar este fluxo. O sistema informatizado deve ser compatível e estar em consonância com a Política Nacional de Informação em Saúde, com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, com a Programação Pactuada e Integrada – PPI, com o Cartão Nacional de Saúde – CNS, com o Sistema de Informações Ambulatoriais – SIA e com o Sistema de Informações Hospitalares - SIH, além de permitir todos os tipos de consultas e relatórios possíveis e necessários para o gerenciamento dos Complexos Reguladores.

Leia mais:Sistemas de Regulação

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PDR 2006 PDR 2011
  • Desenho original do Plano Diretor de Regionalização em 2006 (PDR 2006)
  • O município de Aiuaba sai da 20a Microrregião do Crato e vai para a 14a Microrregião de Tauá;
  • As 5a, 8a e 14a Microrregiões (Canindé, Quixadá e Tauá respectivamente) saem da Macrorregião de Fortaleza e passam a compor a Macrorregião do Sertão Central;
  • A 17a Microrregião de Icó sai da Macrorregião de Fortaleza e vai para a Macrorregião do Cariri;
  • A 18a Microrregião de Iguatu sai da Macrorregião de Fortaleza e vai para a Macrorregião do Cariri.

PROTOCOLO MUNICIPAL DE REGULAÇÃO REGIONAL 

PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA (Abril/2012)

Após a criação do PDR 2006, seu processo de REVISÃO (PDR 2011) teve como produtos das discussões, análises, reuniões e avaliação o seguinte:

  • Não houve mudança nos desenhos das 22 microrregionais de saúde.
  • Constatou-se um aumento da oferta de serviços e a melhoria do acesso.
  • Implantação de Centros de Especialidades Odontológicas-CEO de abrangência municipal e microrregional.
  • Implantação de Policlínicas com abrangência microrregional.
  • Implantação de Consórcios Públicos em Saúde para gerir os CEO microrregionais e as Policlínicas.
  • Ampliação da extensão geográfica e de serviços da Macrorregional de Saúde Cariri com a adesão das microrregionais de Iguatu e Icó.
  • Implantação do Hospital Regional do Cariri: melhoria da capacidade resolutiva na média.
  • Definição de implantação de Hospital Regional no Sertão Central em Quixeramobim, para ampliar a capacidade resolutiva e de acesso;
  • Proposta de implantação da 4ª Macrorregional de Saúde, abrangendo as microrregionais de Quixadá, Tauá e Canindé.
  • Ampliação da capacidade de oferta de serviços com implantação do Hospital Regional de Juazeiro do Norte.
  • Melhoria do acesso aos serviços de média e alta complexidade.
  • Sensibilização para o processo de pactuação entre gestores na efetivação da assistência com mais rapidez, melhorando o tempo de espera.
  • Fortalecimento do planejamento em saúde, da assistência à saúde e da articulação interfederativa com a Regulamentação da Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990.

COORDENADORIAS REGIONAIS DE SAÚDE (CReS)

Macrorregião Fortaleza

Municípios Pólo em Negrito. Referência Microrregional em itálico. Referencia Média Complexidade Nível 2 e 3 e Alta Complexidade para Fortaleza.

 1ª CReS

  • Microrregião de Fortaleza (CBM I)AquirazEuzébioFortaleza e Itaitinga;
    • Fortaleza é referência Microrregional na Média e Alta complexidade para Itaitinga, Euzébio e Aquiraz
  • Microrregião de Cascavel (CBM XXII)Cascavel, Chorozinho, Horizonte, Ocara, Pacajus e Pindoretama;
    • Fortaleza é referência Microrregional para Horizonte e Pacajus. Referencia MC Nível 2 e 3 e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Fortaleza:
  • Instituto Dr. José Frota (Neurologia, Neurocirurgia, Queimados, Traumatologia-Ortopedia)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Cascavel:
  • Hospital Nossa Senhora das Graças - 82 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 10,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Horizonte:
  • Hospital e Maternidade Venâncio Raimundo Sousa
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Pacajus:
  • Unidade Mista José Philomeno Gomes

Municípios Pólo em Negrito. Referencia apenas AC para Fortaleza. Média Complexidade para outra Microrregião (NÃO NECESSARIAMENTE FORTALEZA)

2ª CReS

  • Microrregião de Caucaia (CBM II): Apuiarés, Caucaia, General Sampaio, Itapagé, Paracuru, Paraipaba, PentecosteSão Gonçalo do Amarante, São Luiz do Curu e Tejussuoca;
    • Referência Microrregional para Paracuru, São Gonçalo do Amarante e Pentecoste. Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião Caucaia:
  • Hospital e  Maternidade Santa Terezinha - 47 leitos (Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 10,6% de referência
  • Hosp Municipal Abelardo Gadelha da Rocha - 98 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia e Clínica Médica): 19,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em São Gonçalo do Amarante:
  • Hospital Geral Luiza Alcantara Silva - 77 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica)

3ª CReS

  • Microrregião de Maracanaú (CBM III): Acarape, Barreira, Guaiúba, MaracanaúMaranguape, Pacatuba, Palmácia e Redenção;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Maracanaú:
  • Hospital Municipal João Elísio de Holanda - 107 (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 8,6% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Maranguape:
  • Hospital Municipal Ageu Herbster - 52 leitos (Clínica Curúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 7,8% de referência

4ª CReS

  • Microrregião de Baturité (CBM IV)Aracoiaba, Aratuba, BaturitéCapistrano, Guaramiranga, Itapiuna, Mulungu e Pacoti
    • Referência Microrregional para Capistrano. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Aracoiaba:
  • Hospital Santa Isabel - 58 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 56,5% de referência

Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Baturité:
  • Hospital José Pinto do Carmo - 71 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 56,9% de referência

6ª CReS

  • Microrregião de Itapipoca (CBM VI): Amontada, Itapipoca, Miraima, Trairi, Tururu, Umirim e Uruburetama;
    • Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Itapipoca:
  • Hospital Geral Sociedade Beneficente São Camilo

7ª CReS

  • Microrregião de Aracati (CBM VII)Aracati, Beberibe, Fortim, Icapuí e Itaiçaba;
    • Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Aracati:
  • Hospital Municipal Dr. Eduardo Dias - 43 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 23,8% de referência
  • Hospital Santa Luiza de Marilac - 60 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 38,6% de referência

9ª CReS

  • Microrregião de Russas (CBM IX): Jaguaretama, Jaguaruana, Morada Nova, Palhano e Russas;
    • Referência Microrregional para Morada Nova. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Russas:
  • Hospital e Casa de Saúde de Russas - 81 leitos (Clínica Cirurgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 20% de referência
  • Hospital e Maternidade Divina Providência - 122 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 1,6% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Morada Nova:
  • Santa Casa de Morada Nova - 124 leitos (): 12% de referência

10ª CReS

  • Microrregião de Limoeiro do Norte (CBM X): Alto Santo, Ererê, Iracema, Jaguaribara, Jaguaribe, Limoeiro do Norte, Pereiro, Potiretama, Quixeré, São João do Jaguaribe e Tabuleiro do Norte;
    • Referência Microrregional para Alto Santo e Jaguaribe. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Limoeiro do Norte:
  • Hospital Municipal Deoclécio Lima Verde - 42 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 46,3% de referência
  • Hospital São Raimundo - 53 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 38,1% de referência

Macrorregião Sobral

 

11ª CReS

  • Microrregião de Sobral (CBM XI): Alcântaras, Cariré, Catunda, Coreaú, Forquilha, Frecheirinha, Graça, Groaíras, Hidrolândia, Ipu, Irauçuba, Massapê, Meruoca, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Pires Ferreira, Reriutaba, Santa Quitéria, Santana do Acaraú, Senador Sá, Sobral, Uruoca e Varjota;
    • Referência Microrregional para Uruoca, Coreaú e Santa Quitéria. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Sobral:
  • Hospital do Coração - 58 leitos (Cardiologia): 76,3% de referência
  • Hospital Santa casa de Misericórdia de Sobral (Neurologia, Neurocirurgia e Cirurgia Cardiovascular)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Ipú:
  • Hospital Municipal Dr. José Evangelista - 31 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 16,5% de referência

12ª CReS

  • Microrregião de Acaraú (CBM XII)Acaraú, Bela Cruz, Cruz, Itarema, Jijoca de Jericoacoara, Marco, e Morrinhos;
    • Referência Microrregional para Cruz e Marco. Referencia AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Acaraú:
  • Hospital e Maternidade Dr. Moura Ferreira - 70 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica)

13ª CReS

  • MIcrorregião de Tianguá (CBM XIII)Carnaubal, Croatá, Guaraciaba do Norte, Ibiapina, São Benedito, TianguáUbajara e Viçosa do Ceará;
    • Referência Microrregional para Viçosa, Ubajara, Ibiapina e Carnaubal. Referencia AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Tianguá:
  • Hospital Madalena Nunes - 71 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 47,5% de referência

15ª CReS

  • Microrregião de Crateús (CBM XV): Ararenda, CrateúsIndependência, Ipaporanga, Ipueiras, Monsenhor Tabosa, Nova Russas, Novo Oriente, Poranga, Quiterianópoles e Tamboril;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Crateús:
  • Hospital Geral de Referência São Lucas

16ª CReS

  • Microrregião de Camocim (CBM XVI): Borroquinha, Camocim, Chaval, Granja e Martinópole.
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Sobral. 
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Camocim:
  • Hospital Murilo Aguiar - 79 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 21,5% de referência

Macrorregião Juazeiro do Norte (Cariri Ampliada)

 

17ª CReS

  • Microrregião de Icó (CBM XVII): Baixio, CedroIcó, Ipaumirim, Lavras da Mangabeira, Orós e Umari;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião (Iguatu e Barbalha) e AC para Crato.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Icó:
  1. Hospital Regional Deputado Oriel Guimarães Nunes - 57 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 17,4% de referência

18ª CReS

  • Microrregião de Iguatu (CBM XVIII): Acopiara, Carius, Catarina, Iguatu, Irapuan Pinheiro, Jucás, Mombaça, Piquet Carneiro, Quixelô e Saboeiro.
    • Referencia AC para Crato ou Barbalha. 
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Iguatu:
  • Hospital Regional do Iguatú - 102 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 33,2% de referência

19ª CReS

  • Microrregião de Brejo Santo (CBM XIX): Abaiara, Aurora, Barro, Brejo Santo, Jati, Mauriti, Milagres, Penaforte, Porteiras;
    • Referencia AC para Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Brejo Santo:
  • Hospital Geral do Brejo Santo - 105 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Médica): 53,5% de referência
  • Hospital Infantil Menino Jesus - 78 leitos (Clínica Pediátrica): 37,3% de referência

20ª CReS

  • Microrregião do Crato (CBM XX): Altaneira, Antonina do Norte, Araripe, Assaré, Campos Sales, Crato, Farias Brito, Nova Olinda, Potengi, Salitre, Santana do Cariri, Tarrafas, Várzea Alegre.
    • Referencia AC para Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Crato:
  • Hospital e Maternidade São Francisco de Assis - 150 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica)
  • Hospital São Raimundo (Traumatologia-Ortopedia)

21ª CReS

  • Microrregião do Juazeiro do Norte (CBM XXI)Barbalha, Caririaçu, Granjeiro, Jardim, Juazeiro do Norte e Missão Velha.
    • Referencia MC Nível 2 e 3 e AC para Crato.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Barbalha:
  • Hospital Santo Antonio (Neirologia, Neurocirurgia)
  • Hospital Maternidade São Vicente de Paula (Cardiologia e Cirurgia Vascular)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Juazeiro do Norte:
  • Hospital São Lucas

Macrorregião Sertão Central

 

5ª CReS

  • Microrregião de Canindé (CBM V): Boa Viagem, Canindé, Caridade, Itatira, Madalena e Paramoti;
    • Referencia AC para Quixadá.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Canindé:
  • Hospital e Maternidade Regional São Francisco - 112 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 39,7% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Boa Viagem:
  • Casa de Saúde Adília Maria - 66 leitos

8ª CReS

  • Microrregião de Quixadá (CBM VIII): Banabuiú, Choró, Ibaretama, Ibicuitinga, Milhã, Pedra Branca, QuixadáQuixeramobim, Senador Pompeu e Solonópoles;
    • Referência Microrregional para Senador Pompeu. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Quixadá:
  • Hospital e Maternidade Jesus Maria José - 149 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-obstetrícia e Clínica Pediátrica): 31,2% de referência
  • Hospital Eudásio Barroso - 57 leitos (Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 22,2% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Quixeramobim:
  • Hospital Regional Dr. Pontes Neto - 66 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 14,5% de referência

14ª CReS

  • Microrregião de Tauá (CBM XIV): Aiuaba, Arneiroz, Parambu e Tauá;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Quixadá e Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Tauá:
  • Hospital e Maternidade Dr. Alberto Feitosa Lima - 55 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Obstetrícia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 11,5% de referência



 

 

 

 


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