Secretaria Municipal de Saúde

CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

(extraído do "Caderno Azul" das Providências do Governo do Estado do Ceará para as Unidades de Terapia Intensiva e Semi-intensiva)

  • Considerando a Portaria SESA Nº 879/2003, que atribui à Comissão Técnica em Terapia Intensiva o papel de acompanhar a utilização adequada dos leitos de UTI no Estado do Ceará;
  • Considerando que a utilização apropriada dos recursos de Terapia Intensiva é de fundamental importância na luta para adequar os gastos com a saúde;
  • Considerando que a UTI em geral deve ser reservada para aqueles pacientes com condições clínicas reversíveis que têm uma previsão de sobrevida substancial;
  • Considerando que a Unidade de Terapia Intensiva é um local para monitorização e cuidado de pacientes com instabilidades fisiológicas graves em potencial que necessitam de suporte tecnológico e/ou de vida artificial;
  • Considerando que o nível de cuidado em uma UTI é superior (maior) ao disponível em unidades semi-intensivas e de enfermarias;
  • Considerando que os critérios de admissão à UTI devem priorizar os doentes que mais se beneficiarão dos cuidados de Terapia Intensiva;
  • Considerando que existem duas condições nas quais os cuidados de Terapia Intensiva não oferecem benefício maior do que os cuidados convencionais que são os pacientes nos dois extremos de risco de vida: relativamente baixo risco de morte e extremamente elevado risco de morte;
  • Considerando que o julgamento desses grupos acima definidos como "muito doentes" e "muito saudáveis" para se beneficiar dos serviços de Terapia Intensiva pode ser difícil de ser estabelecido apenas no diagnóstico;
  • Considerando a importância dos médicos emergencistas, clínicos e intensivistas em reconhecer e estabelecer o nível de gravidade das doenças, escores de gravidade e índices prognósticos em doentes críticos;
  • Considerando que o modelo empregado como diretriz apresentado agora estabelece quatro níveis de prioridades e que as instituições de saúde devem criar critérios específicos para suas necessidades específicas, em acordo com o gestor;

A referida Comissão propõe:

  1. Níveis de priorização para indicação apropriada dos leitos de UTI;
  2. Condições específicas ou patologias determinadas apropriadas para admissão à UTI;
  3. Critérios de alta da UTI; e
  4. Outras recomendações, incluindo o papel da Central de Regulação, do Médico Regulador e do Auditor.

CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO

Os critérios de priorização na Regulação Médica das solicitações de internação em UTI são:

  1. PRIORIDADE 1 - Pacientes criticamente enfermos e instáveis que necessitam de cuidados de terapia intensiva e monitoração que não pode ser provida fora de ambiente de UTI. Usualmente esses tratamentos incluem suporte ventilatório, drogas vasoativas contínuas, etc.. Nesses pacientes não há limites em se iniciar ou introduzir terapêutica necessária. Exemplos desses doentes incluem choque ou pacientes com instabilidade hemodinâmica, pacientes em insuficiência respiratória aguda necessitando suporte ventilatório.
  2. PRIORIDADE 2 - Pacientes que necessitam de monitoração intensiva e podem potencialmente necessitar intervenção imediata. Geralmente não existe terapêutica  estipulada para estes pacientes. Exemplos incluem pacientes com condições comórbidas crônicas que desenvolvem doenças agudas graves clínicas ou cirúrgicas.
  3. PRIORIDADE 3 - Pacientes criticamente doentes, mas que têm uma probabilidade reduzida de sobrevida pela doença de base ou natureza da sua doença aguda. Esses pacientes podem necessitar de tratamento intensivo para aliviar uma doença aguda, mas limites dos esforços terapêuticos podem ser estabelecidos como não intubação ou reanimação cardio-pulmonar. Exemplos incluem pacientes com neoplasia metastáticas complicadas por infecção, tamponamento ou obstrução de via aérea.
  4. PRIORIDADE 4 - Pacientes que geralmente não são apropriados para admissão à UTI. A admissão desses pacientes deve ser feita em base individual, em circunstâncias não usuais e ao discernimento do Diretor Clínico da UTI. Esses pacientes podem ser colocados em duas categorias:
    • 4.1 Benefício mínimo, se algum, de cuidados intensivos devido ao baixo risco de intervenção ativa que não possa ser realizada em ambiente fora da UTI. (Pacientes com estado muito bom para se beneficiar de UTI).
    • 4.2 Pacientes com doenças terminais ou irreversíveis, com probabilidade de morte iminente (pacientes com estado muito ruim para se beneficiar de UTI). Por exemplo: dano cerebral grave irreversível, disfunção de múltiplos órgãos irreversível, câncer metastático irresponsivo à quimio/radioterapia, pacientes com capacidade de tomar decisões que declinam de cuidados de terapia intensiva e/ou monitoração intensiva e que recebem apenas cuidados paliativos (de conforto apenas), morte encefálica de não doadores ou pacientes em estado vegetativo persistente.

Esses critérios foram reproduzidos no Anexo III da Portaria Municipal GP 11.411 de 20 de maio de 2003 (DOM 12.589 de 26 de maio de 2003). Esses critérios foram submetidos à Câmara Técnica de Medicina Intensiva do CREMEC, tendo obtido parecer favorável, não encontrando nenhum obstáculo ético à sua utilização (Parecer 28/2007 de 01 de dezembro de 2007)


CONDIÇÕES ESPECÍFICAS OU PATOLOGIAS DETERMINADAS APROPRIADAS PARA ADMISSÃO À UTI

Sistema Cardiovascular

  1. Infarto Agudo do Miocárdio com complicações;
  2. Choque cardiogênico;
  3. Arritmias complexas, requerendo monitorização contínua e intervenção;
  4. Insuficiência cardíaca congestiva aguda com insuficiência respiratória e/ou requerendo suporte hemodinâmico;
  5. Emergências hipertensivas;
  6. Angina instável, particularmente com arrtimias, instabilidade hemodinâmica e dor torácica persistente;
  7. Parada Cárdio-Respiratória (PCR);
  8. Tamponamento cardíaco com instabilidade hemodinâmica;
  9. Aneurisma dissecante da aorta; e
  10. Bloqueio cardíaco completo;

Sistema Pulmonar

  1. Insuficiência respiratória aguda necessitando de suporte ventilatório;
  2. Embolia pulmonar com instabilidade hemodinâmica;
  3. paciente em unidade intermediária com deterioração respiratória;
  4. Necessidade de cuidados de enfermagem / fisioterapia não disponivel em áreas como andares de apartamentos / enfermarias / semi-intensiva;
  5. Hemoptise maciça; e
  6. Insuficiência respiratória com necessidade de intubação imediata.

Doenças Neurológicas

  1. Doenças vascular cerebral aguda com alteração no nível de consciência;
  2. Coma metabólico, tóxico ou anóxico;
  3. Hemorragia intracraniana com risco de herniação;
  4. Hemorragia subaracnóide aguda;
  5. Meningite com alteração do estado mental ou comprometimento respiratório;
  6. Distúrbio do SNC ou doenças neuromusculares com deterioração neurológica ou de função pulmonar;
  7. Status epilepticus;
  8. Morte encefálica enquanto potencial doador de órgãos; e
  9. Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE) grave.

Ingestão / Overdose de Drogas

  1. Instabilidade hemodinâmica;
  2. Alteração no nível de consciência com proteção de via aérea inadequada; e
  3. Convulsão seguindo ingestão de drogas;

Doenças Gastrointestinais

  1. Hemorragia digestiva ameaçadora à vida, incluindo hipotensão, angina, sangramento persistente ou comorbidades;
  2. Insuficiência hepática fulminante;
  3. Pancreatite grave; e
  4. Perfuração esofágica com ou sem mediastinite.

Doenças Endócrinas

  1. Cetoacidose diabética complicada com instabilidade hemodinâmica, alteração mental, insuficiência respiratória ou acidose grave;
  2. Crise tireotóxica ou coma mixedematoso com instabilidade hemodinâmica;
  3. Estado hiperosmolar com coma e/ou instabilidade hemodinâmica;
  4. Outros problemas endócrinos como crise adrenal com instabilidade hemodinâmica;
  5. Hipercalcemia grave com alteração do estado mental, necessitando de monitorização hemodinâmica;
  6. Hipo ou hipernatremia com convulsão, alteração do estado mental;
  7. Hipo ou hipermagnesemia com comprometimento hemodinâmico ou arritmias;
  8. Hipo ou hipercalemia com arritmias ou fraqueza muscular; e
  9. Hipofosfatemia com fraqaueza muscular;

Cirurgia

  1. Pacientes de pós-operatório necessitando de monitorização hemodinâmica e suporte ventilatório ou cuidados intensivos;

Miscelânia

  1. Choque séptico com instabilidade hemodinâmica;
  2. Monitorização hemodinâmica;
  3. Condições clínicas necessitando de cuidados de enfermagem de UTI;
  4. Lesões por choque elétrico, afogamento, hipo/hipertermia; e
  5. Terapêutica com risco potencial de complicações.

CRITÉRIOS DE ALTA

O estado clínico do paciente admitido à UTI deve ser continuamente revisado a fim de se identificar aqueles que não mais necessitam de cuidados intensivos:

  1. Quando o estado fisiológico do paciente se estabilizou e a necessidade de monitorização e cuidado não é mais necessária;
  2. Quando o estado fisiológico do paciente deteriorou e intervenções ativas (agressivas) não são mais planejadas, a transferência para o nível de cuidado intermediário ou enfermaria é apropriada;
  3. Retirada de órgãos em doador potencial;
  4. Óbito.

Os critérios de alta da UTI devem ser similares aos critérios de admissão para o nível de cuidados intermediários, quando disponíveis, no entanto nem todos os pacientes necessitam de cuidados de unidade semi-intensiva após sua alta da UTI.

RECOMENDAÇÕES ADMINISTRATIVAS

A autoridade final sobre a admissão, alta e triagem deve residir no diretor médico da UTI


PAPEL DA CENTRAL DE REGULAÇÃO, DO MÉDICO REGULADOR E DO MÉDICO AUDITOR

A função da Central de Regulação de Internações, em Terapia Intensiva, está centrada na concepção de que o sistema de saúde é responsável por garantir a oferta da melhor alternativa assistencial do momento, de acordo com as reais necessidades do paciente.

Alicerçado em autoridade sanitária determinada pelo gestor de competência, sob os serviços de referência, o Médico regulador (MR) deverá priorizar e qualificar o processo assistencial a ser oferecido ao paciente crítico.

Ao receber a solicitação de leito em UTI, deverá o MR se municiar de informações referentes ao paciente que se tenciona transferir (conforme protocolo estabelecido), condições alcançáveis de transporte e disponibilidade assistencial do momento, com o intuito de definir a conduta mais adequada.

Todo esse processo de avaliação, reavaliação e conduta deve ser registrado em formulário próprio que permita o resgate das motivações determinantes das condutas adotadas.

Na necessidade de maior conhecimento técnico na área de terapia intensiva, deverá o MR consultar a retaguarda assistencial em medicina intensiva, com o intuito de qualificar a conduta assistencial a ser tomada.

Concomitantemente, a Central de Regulação deverá ser municiada com informações relacionadas à disponibilidade assistencial das UTIs credenciadas pelo sistema, dentre as quais destacamos:

  1. Altas e óbitos da unidade;
  2. Bloqueio de leitos;
  3. Internações intra-hospitalares em situações de emergência (PCR em unidade de enfermaria); e
  4. Disponibilidade de leitos.

Deve ficar absolutamente claro que nenhuma internação será autorizada sem o aval do médico regulador. Este último é o definidor final da internação em leito de UTI/SUS, fazendo-o com base nos princípios de eqüidade, integralidade e universalidade da assistência, aplicados à lista de espera para internação (regulação médica e priorização médica).

Da mesma forma, enquanto representante do gestor, está imbuído o médico auditor da tarefa de avaliar in locu a utilização dos leitos de terapia intensiva credenciados pelo SUS, fornecendo informações ao MR (conforme protocolo) que possam qualificar e subsidiar a tomada de decisão deste último quanto à busca da melhor alternativa assistencial do momento, de acordo com a necessidade do paciente.

A Central de Regulação, enquanto ferramenta de gestão, alberga em suas ações cotidianas informações preciosas relativas aos acertos e vicissitudes do processo assistencial, as quais devem servir como subsídio ao sistema gestor na elaboração e implementação de medidas que visem qualificar suas ações e minimizar progressivamente suas ificuldades, construindo paulatinamente um sistema que consiga disponibilizar recursos assistenciais que se aproximem cada vez mais das reais necessidades da população, processo este que servirá como potencial facilitador do poprio sistema regulador.

Fortaleza, 03 de maio de 2003

Dr. Weiber Silva Xavier
Dr. Joel Isidoro Costa
Dra. Olga Vale Oliveira Machado
Dr. Alexandre José Mont'Alverne Silva
Dr. Carlos Augusto Ciarlini Teixeira
Dr. Francisco Wandemberg Rodrigues dos Santos

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Mapa da Região Metropolitana de Fortaleza

 

PROTOCOLO MUNICIPAL DE REGULAÇÃO REGIONAL

A Região Metropolitana de Fortaleza compreende 15 municípios de quatro Microrregiões

  • Microrregião de Fortaleza (CBM I)AquirazEuzébioFortaleza e Itaitinga;
  • Microrregião de Cascavel (CBM XXII)Cascavel, Chorozinho, HorizontePacajus e Pindoretama;
  • Microrregião de Caucaia (CBM II)Caucaia São Gonçalo do Amarante;
  • Microrregião de Maracanaú (CBM III):  Guaiúba, MaracanaúMaranguape e Pacatuba;

COORDENADORIAS REGIONAIS DE SAÚDE (CReS)

Macrorregião Fortaleza

Municípios Pólo em Negrito. Referência Microrregional em itálico. Referencia Média Complexidade Nível 2 e 3 e Alta Complexidade para Fortaleza.

 1ª CReS

  • Microrregião de Fortaleza (CBM I)AquirazEuzébioFortaleza e Itaitinga;
    • Fortaleza é referência Microrregional na Média e Alta complexidade para Itaitinga, Euzébio e Aquiraz
  • Microrregião de Cascavel (CBM XXII)Cascavel, Chorozinho, HorizontePacajus e Pindoretama;
    • Fortaleza é referência Microrregional para Horizonte e Pacajus. Referencia MC Nível 2 e 3 e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Fortaleza:
  • Instituto Dr. José Frota (Neurologia, Neurocirurgia, Queimados, Traumatologia-Ortopedia)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Cascavel:
  • Hospital Nossa Senhora das Graças - 82 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 10,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Horizonte:
  • Hospital e Maternidade Venâncio Raimundo Sousa
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Pacajus:
  • Unidade Mista José Philomeno Gomes

Municípios Pólo em Negrito. Referencia apenas AC para Fortaleza. Média Complexidade para outra Microrregião (NÃO NECESSARIAMENTE FORTALEZA)

2ª CReS

  • Microrregião de Caucaia (CBM II)Caucaia São Gonçalo do Amarante;
    • Referência Microrregional para São Gonçalo do Amarante. Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Caucaia:
  • Hospital e  Maternidade Santa Terezinha - 47 leitos (Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 10,6% de referência
  • Hosp Municipal Abelardo Gadelha da Rocha - 98 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia e Clínica Médica): 19,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em São Gonçalo do Amarante:
  • Hospital Geral Luiza Alcantara Silva - 77 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica)

3ª CReS

  • Microrregião de Maracanaú (CBM III): Acarape, Barreira, Guaiúba, MaracanaúMaranguape, Pacatuba, Palmácia e Redenção;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Maracanaú:
  • Hospital Municipal João Elísio de Holanda - 107 (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 8,6% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Maranguape:
  • Hospital Municipal Ageu Herbster - 52 leitos (Clínica Curúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 7,8% de referência

 

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Secretaria Municipal de Saúde

CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

  

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA REGULAÇÃO DO ACESSO

A gestão local deve definir a estratégia de implementação de informação e informática para as centrais de regulação. Contudo, a opção por utilizar um fluxo informatizado requer atenção especial para o sistema de informações que irá operacionalizar este fluxo. O sistema informatizado deve ser compatível e estar em consonância com a Política Nacional de Informação em Saúde, com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES, com a Programação Pactuada e Integrada – PPI, com o Cartão Nacional de Saúde – CNS, com o Sistema de Informações Ambulatoriais – SIA e com o Sistema de Informações Hospitalares - SIH, além de permitir todos os tipos de consultas e relatórios possíveis e necessários para o gerenciamento dos Complexos Reguladores.

Leia mais:Sistemas de Regulação

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PDR 2006 PDR 2011
  • Desenho original do Plano Diretor de Regionalização em 2006 (PDR 2006)
  • O município de Aiuaba sai da 20a Microrregião do Crato e vai para a 14a Microrregião de Tauá;
  • As 5a, 8a e 14a Microrregiões (Canindé, Quixadá e Tauá respectivamente) saem da Macrorregião de Fortaleza e passam a compor a Macrorregião do Sertão Central;
  • A 17a Microrregião de Icó sai da Macrorregião de Fortaleza e vai para a Macrorregião do Cariri;
  • A 18a Microrregião de Iguatu sai da Macrorregião de Fortaleza e vai para a Macrorregião do Cariri.

PROTOCOLO MUNICIPAL DE REGULAÇÃO REGIONAL 

PROGRAMAÇÃO PACTUADA E INTEGRADA (Abril/2012)

Após a criação do PDR 2006, seu processo de REVISÃO (PDR 2011) teve como produtos das discussões, análises, reuniões e avaliação o seguinte:

  • Não houve mudança nos desenhos das 22 microrregionais de saúde.
  • Constatou-se um aumento da oferta de serviços e a melhoria do acesso.
  • Implantação de Centros de Especialidades Odontológicas-CEO de abrangência municipal e microrregional.
  • Implantação de Policlínicas com abrangência microrregional.
  • Implantação de Consórcios Públicos em Saúde para gerir os CEO microrregionais e as Policlínicas.
  • Ampliação da extensão geográfica e de serviços da Macrorregional de Saúde Cariri com a adesão das microrregionais de Iguatu e Icó.
  • Implantação do Hospital Regional do Cariri: melhoria da capacidade resolutiva na média.
  • Definição de implantação de Hospital Regional no Sertão Central em Quixeramobim, para ampliar a capacidade resolutiva e de acesso;
  • Proposta de implantação da 4ª Macrorregional de Saúde, abrangendo as microrregionais de Quixadá, Tauá e Canindé.
  • Ampliação da capacidade de oferta de serviços com implantação do Hospital Regional de Juazeiro do Norte.
  • Melhoria do acesso aos serviços de média e alta complexidade.
  • Sensibilização para o processo de pactuação entre gestores na efetivação da assistência com mais rapidez, melhorando o tempo de espera.
  • Fortalecimento do planejamento em saúde, da assistência à saúde e da articulação interfederativa com a Regulamentação da Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990.

COORDENADORIAS REGIONAIS DE SAÚDE (CReS)

Macrorregião Fortaleza

Municípios Pólo em Negrito. Referência Microrregional em itálico. Referencia Média Complexidade Nível 2 e 3 e Alta Complexidade para Fortaleza.

 1ª CReS

  • Microrregião de Fortaleza (CBM I)AquirazEuzébioFortaleza e Itaitinga;
    • Fortaleza é referência Microrregional na Média e Alta complexidade para Itaitinga, Euzébio e Aquiraz
  • Microrregião de Cascavel (CBM XXII)Cascavel, Chorozinho, Horizonte, Ocara, Pacajus e Pindoretama;
    • Fortaleza é referência Microrregional para Horizonte e Pacajus. Referencia MC Nível 2 e 3 e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Fortaleza:
  • Instituto Dr. José Frota (Neurologia, Neurocirurgia, Queimados, Traumatologia-Ortopedia)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Cascavel:
  • Hospital Nossa Senhora das Graças - 82 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 10,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Horizonte:
  • Hospital e Maternidade Venâncio Raimundo Sousa
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Pacajus:
  • Unidade Mista José Philomeno Gomes

Municípios Pólo em Negrito. Referencia apenas AC para Fortaleza. Média Complexidade para outra Microrregião (NÃO NECESSARIAMENTE FORTALEZA)

2ª CReS

  • Microrregião de Caucaia (CBM II): Apuiarés, Caucaia, General Sampaio, Itapagé, Paracuru, Paraipaba, PentecosteSão Gonçalo do Amarante, São Luiz do Curu e Tejussuoca;
    • Referência Microrregional para Paracuru, São Gonçalo do Amarante e Pentecoste. Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião Caucaia:
  • Hospital e  Maternidade Santa Terezinha - 47 leitos (Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 10,6% de referência
  • Hosp Municipal Abelardo Gadelha da Rocha - 98 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia e Clínica Médica): 19,3% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em São Gonçalo do Amarante:
  • Hospital Geral Luiza Alcantara Silva - 77 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica)

3ª CReS

  • Microrregião de Maracanaú (CBM III): Acarape, Barreira, Guaiúba, MaracanaúMaranguape, Pacatuba, Palmácia e Redenção;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Maracanaú:
  • Hospital Municipal João Elísio de Holanda - 107 (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 8,6% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Maranguape:
  • Hospital Municipal Ageu Herbster - 52 leitos (Clínica Curúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 7,8% de referência

4ª CReS

  • Microrregião de Baturité (CBM IV)Aracoiaba, Aratuba, BaturitéCapistrano, Guaramiranga, Itapiuna, Mulungu e Pacoti
    • Referência Microrregional para Capistrano. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Aracoiaba:
  • Hospital Santa Isabel - 58 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 56,5% de referência

Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Baturité:
  • Hospital José Pinto do Carmo - 71 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 56,9% de referência

6ª CReS

  • Microrregião de Itapipoca (CBM VI): Amontada, Itapipoca, Miraima, Trairi, Tururu, Umirim e Uruburetama;
    • Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Itapipoca:
  • Hospital Geral Sociedade Beneficente São Camilo

7ª CReS

  • Microrregião de Aracati (CBM VII)Aracati, Beberibe, Fortim, Icapuí e Itaiçaba;
    • Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Aracati:
  • Hospital Municipal Dr. Eduardo Dias - 43 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 23,8% de referência
  • Hospital Santa Luiza de Marilac - 60 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 38,6% de referência

9ª CReS

  • Microrregião de Russas (CBM IX): Jaguaretama, Jaguaruana, Morada Nova, Palhano e Russas;
    • Referência Microrregional para Morada Nova. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Russas:
  • Hospital e Casa de Saúde de Russas - 81 leitos (Clínica Cirurgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 20% de referência
  • Hospital e Maternidade Divina Providência - 122 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 1,6% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Morada Nova:
  • Santa Casa de Morada Nova - 124 leitos (): 12% de referência

10ª CReS

  • Microrregião de Limoeiro do Norte (CBM X): Alto Santo, Ererê, Iracema, Jaguaribara, Jaguaribe, Limoeiro do Norte, Pereiro, Potiretama, Quixeré, São João do Jaguaribe e Tabuleiro do Norte;
    • Referência Microrregional para Alto Santo e Jaguaribe. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Limoeiro do Norte:
  • Hospital Municipal Deoclécio Lima Verde - 42 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 46,3% de referência
  • Hospital São Raimundo - 53 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica): 38,1% de referência

Macrorregião Sobral

 

11ª CReS

  • Microrregião de Sobral (CBM XI): Alcântaras, Cariré, Catunda, Coreaú, Forquilha, Frecheirinha, Graça, Groaíras, Hidrolândia, Ipu, Irauçuba, Massapê, Meruoca, Moraújo, Mucambo, Pacujá, Pires Ferreira, Reriutaba, Santa Quitéria, Santana do Acaraú, Senador Sá, Sobral, Uruoca e Varjota;
    • Referência Microrregional para Uruoca, Coreaú e Santa Quitéria. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Sobral:
  • Hospital do Coração - 58 leitos (Cardiologia): 76,3% de referência
  • Hospital Santa casa de Misericórdia de Sobral (Neurologia, Neurocirurgia e Cirurgia Cardiovascular)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Ipú:
  • Hospital Municipal Dr. José Evangelista - 31 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 16,5% de referência

12ª CReS

  • Microrregião de Acaraú (CBM XII)Acaraú, Bela Cruz, Cruz, Itarema, Jijoca de Jericoacoara, Marco, e Morrinhos;
    • Referência Microrregional para Cruz e Marco. Referencia AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Acaraú:
  • Hospital e Maternidade Dr. Moura Ferreira - 70 leitos (Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Pediátrica)

13ª CReS

  • MIcrorregião de Tianguá (CBM XIII)Carnaubal, Croatá, Guaraciaba do Norte, Ibiapina, São Benedito, TianguáUbajara e Viçosa do Ceará;
    • Referência Microrregional para Viçosa, Ubajara, Ibiapina e Carnaubal. Referencia AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Tianguá:
  • Hospital Madalena Nunes - 71 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 47,5% de referência

15ª CReS

  • Microrregião de Crateús (CBM XV): Ararenda, CrateúsIndependência, Ipaporanga, Ipueiras, Monsenhor Tabosa, Nova Russas, Novo Oriente, Poranga, Quiterianópoles e Tamboril;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Sobral.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Crateús:
  • Hospital Geral de Referência São Lucas

16ª CReS

  • Microrregião de Camocim (CBM XVI): Borroquinha, Camocim, Chaval, Granja e Martinópole.
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Sobral. 
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Camocim:
  • Hospital Murilo Aguiar - 79 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 21,5% de referência

Macrorregião Juazeiro do Norte (Cariri Ampliada)

 

17ª CReS

  • Microrregião de Icó (CBM XVII): Baixio, CedroIcó, Ipaumirim, Lavras da Mangabeira, Orós e Umari;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião (Iguatu e Barbalha) e AC para Crato.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Icó:
  1. Hospital Regional Deputado Oriel Guimarães Nunes - 57 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 17,4% de referência

18ª CReS

  • Microrregião de Iguatu (CBM XVIII): Acopiara, Carius, Catarina, Iguatu, Irapuan Pinheiro, Jucás, Mombaça, Piquet Carneiro, Quixelô e Saboeiro.
    • Referencia AC para Crato ou Barbalha. 
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Iguatu:
  • Hospital Regional do Iguatú - 102 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 33,2% de referência

19ª CReS

  • Microrregião de Brejo Santo (CBM XIX): Abaiara, Aurora, Barro, Brejo Santo, Jati, Mauriti, Milagres, Penaforte, Porteiras;
    • Referencia AC para Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Brejo Santo:
  • Hospital Geral do Brejo Santo - 105 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia e Clínica Médica): 53,5% de referência
  • Hospital Infantil Menino Jesus - 78 leitos (Clínica Pediátrica): 37,3% de referência

20ª CReS

  • Microrregião do Crato (CBM XX): Altaneira, Antonina do Norte, Araripe, Assaré, Campos Sales, Crato, Farias Brito, Nova Olinda, Potengi, Salitre, Santana do Cariri, Tarrafas, Várzea Alegre.
    • Referencia AC para Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Crato:
  • Hospital e Maternidade São Francisco de Assis - 150 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica)
  • Hospital São Raimundo (Traumatologia-Ortopedia)

21ª CReS

  • Microrregião do Juazeiro do Norte (CBM XXI)Barbalha, Caririaçu, Granjeiro, Jardim, Juazeiro do Norte e Missão Velha.
    • Referencia MC Nível 2 e 3 e AC para Crato.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Barbalha:
  • Hospital Santo Antonio (Neirologia, Neurocirurgia)
  • Hospital Maternidade São Vicente de Paula (Cardiologia e Cirurgia Vascular)
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Juazeiro do Norte:
  • Hospital São Lucas

Macrorregião Sertão Central

 

5ª CReS

  • Microrregião de Canindé (CBM V): Boa Viagem, Canindé, Caridade, Itatira, Madalena e Paramoti;
    • Referencia AC para Quixadá.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Canindé:
  • Hospital e Maternidade Regional São Francisco - 112 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumato-Ortopedia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 39,7% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência em Boa Viagem:
  • Casa de Saúde Adília Maria - 66 leitos

8ª CReS

  • Microrregião de Quixadá (CBM VIII): Banabuiú, Choró, Ibaretama, Ibicuitinga, Milhã, Pedra Branca, QuixadáQuixeramobim, Senador Pompeu e Solonópoles;
    • Referência Microrregional para Senador Pompeu. Referencia AC para Fortaleza.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Quixadá:
  • Hospital e Maternidade Jesus Maria José - 149 leitos (Clínica Cirúrgica, Ginecologia-obstetrícia e Clínica Pediátrica): 31,2% de referência
  • Hospital Eudásio Barroso - 57 leitos (Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 22,2% de referência
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência da Microrregião em Quixeramobim:
  • Hospital Regional Dr. Pontes Neto - 66 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Ortopedia e Clínica Médica): 14,5% de referência

14ª CReS

  • Microrregião de Tauá (CBM XIV): Aiuaba, Arneiroz, Parambu e Tauá;
    • Referencia MC Nível 2 e 3 para outra Microrregião e AC para Quixadá e Barbalha.
Hospitais com Porta de Entrada de Urgência na Microrregião em Tauá:
  • Hospital e Maternidade Dr. Alberto Feitosa Lima - 55 leitos (Clínica Cirúrgica, Traumatologia-Obstetrícia, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Médica e Clínica Pediátrica): 11,5% de referência



 

 

 

 


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Secretaria Municipal de Saúde

CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

CENTRAL DE REGULAÇÃO DAS INTERNAÇÕES DE FORTALEZA  (CRIFor)

Foi criada pelo Decreto nº 11411 de 20 de maio de 2003.

SUA MISSÃO

  • Regular toda a capacidade de leitos instalados de Terapia Intensiva e Enfermaria, cadastrados no SUS, localizados no Município de Fortaleza
  • Toda e qualquer solicitação, autorização e pagamento das internações em leitos de Terapia Intensiva e Enfermaria, cadastrados no SUS ficam condicionados à regulação da CRRIFOR

SUAS ATRIBUIÇÕES

  1. Requisitar bens e serviços para garantia do processo assistencial a leitos de internação em UTI e Enfermaria;
  2. Definir a alocação de leitos hospitalares para a reorganização da assistência prestada aos usuários do SUS;
  3. Determinar às direções dos hospitais próprios e/ou contratados do SUS a adoção de medidas necessárias ao funcionamento da rede de assistência;
  4. Realocar leitos e/ou pacientes de maneira a garantir a capacidade instalada hospitalar à assistência dos pacientes;
  5. Redefinir prioridades dos serviços de saúde, de maneira a garantir a assistência aos leitos de UTI e Enfermaria, podendo cancelar procedimentos eletivos, se necessário;
  6. Requisitar leitos de UTI e Enfermaria em estabelecimentos privados, se necessário;
  7. Definir as diretrizes e regras para o transporte inter-hospitalar de usuários do SUS que necessitam de UTI no âmbito municipal;
  8. Recebe solicitações de internação para regulação iIdentifica leitos vagos compatíveis com as solicitações e autoriza as internações e/ou coloca os pacientes em lista de espera;
  9. Executa a transferência de pacientes, trabalhando integrada com a Central de Ambulâncias do SAMU 192 Fortaleza.
 

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