Secretaria Municipal de Saúde

CENTRAL INTEGRADA DE REGULAÇÃO DE FORTALEZA 

(extraído do "Caderno Azul" das Providências do Governo do Estado do Ceará para as Unidades de Terapia Intensiva e Semi-intensiva)

  • Considerando a Portaria SESA Nº 879/2003, que atribui à Comissão Técnica em Terapia Intensiva o papel de acompanhar a utilização adequada dos leitos de UTI no Estado do Ceará;
  • Considerando que a utilização apropriada dos recursos de Terapia Intensiva é de fundamental importância na luta para adequar os gastos com a saúde;
  • Considerando que a UTI em geral deve ser reservada para aqueles pacientes com condições clínicas reversíveis que têm uma previsão de sobrevida substancial;
  • Considerando que a Unidade de Terapia Intensiva é um local para monitorização e cuidado de pacientes com instabilidades fisiológicas graves em potencial que necessitam de suporte tecnológico e/ou de vida artificial;
  • Considerando que o nível de cuidado em uma UTI é superior (maior) ao disponível em unidades semi-intensivas e de enfermarias;
  • Considerando que os critérios de admissão à UTI devem priorizar os doentes que mais se beneficiarão dos cuidados de Terapia Intensiva;
  • Considerando que existem duas condições nas quais os cuidados de Terapia Intensiva não oferecem benefício maior do que os cuidados convencionais que são os pacientes nos dois extremos de risco de vida: relativamente baixo risco de morte e extremamente elevado risco de morte;
  • Considerando que o julgamento desses grupos acima definidos como "muito doentes" e "muito saudáveis" para se beneficiar dos serviços de Terapia Intensiva pode ser difícil de ser estabelecido apenas no diagnóstico;
  • Considerando a importância dos médicos emergencistas, clínicos e intensivistas em reconhecer e estabelecer o nível de gravidade das doenças, escores de gravidade e índices prognósticos em doentes críticos;
  • Considerando que o modelo empregado como diretriz apresentado agora estabelece quatro níveis de prioridades e que as instituições de saúde devem criar critérios específicos para suas necessidades específicas, em acordo com o gestor;

A referida Comissão propõe:

  1. Níveis de priorização para indicação apropriada dos leitos de UTI;
  2. Condições específicas ou patologias determinadas apropriadas para admissão à UTI;
  3. Critérios de alta da UTI; e
  4. Outras recomendações, incluindo o papel da Central de Regulação, do Médico Regulador e do Auditor.
Categoria: Homepage
Visitantes
744
Artigos
197
Ver quantos acessos teve os artigos
417683

On-line

Temos 4 visitantes e Nenhum membro online

Usuário